Caso Fátima Mimbire já deu entrada na PGR

A Procuradoria Geral da República recebeu na manhã desta quarta-feira a queixa-crime contra Alice Tomas que supostamente através de uma conta do Facebook, em seu nome e foto perfil incitou violência a ódio.

De acordo com a cópia do documento que deu entrada na PGR, a entidade queixosa alega que a “Sra. Alice Tomas em resposta uma rede social Facebook, de um terceiro que se presume chamar Yolanda Bernardo, proferiu termos ameaçadores, de incitação a violência e ao ódio, e, ofensivo a honra da cidadã Fátima Mimbire, sugerindo que a denunciante seja violada por 10 homens”, lê-se no documento.

Informações na posse da Folha de Maputo e que apurou dentro da rede Facebook é o nome associado a Alice Tomas tem mais de uma conta activa (com mais de 800 amigos/ seguidores), para além da já desativada que proferiu palavras ofensivas o que sugere informaticamente:

• O usuário Alice Tomas ter duas ou mais contas activas;

• Ter uma e as restantes serem falsas (criadas por indivíduos estranhos a pessoa física existente, sem seu conhecimento para diversos fins).

A própria queixa crime de Fátima Mimbire ao presumir conta de Yolanda Bernardo (Yola Bernardo), é, em parte, reconhecer a existência de contas que seguindo pista pode dar numa “mascara”, ou seja, boneco(conta com identidade falsa).

Diariamente no Facebook são cometidos vários crimes contra a honra de varias pessoas, mas por vezes, acabam ficando impunes porque as identidades colocadas são falsas. Contas do Facebook como Unay Cambuma, Nofa Inomo, Muzungu Ndine e entre outras são exemplo de falsa identidade.

A pergunta que não quer calar é: como provar que “Alice Tomas” é Alice Tomas?

Folha de Maputo

Add a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *